
Tá bem, mais de duas semanas de atraso, eu sei... mas a vida anda bem complicada. O post que vocês vão ler eu escrevi há bastante tempo, por isso demorei pra postar. Sim, esta é a razão, eu queria um post novo, relativo ao que está acontecendo agora, mas diante da minha total incapacidade de ser mais de uma – eu juro que queria ser, mas não dá :´( –, vou postar assim mesmo. Espero que gostem e que, acima de tudo, possam entender o que quero dizer. Se não entender, é só mandar uma mensagem pra mim. Prometo tentar ser mais pontual...
“Ah, hoje eu tô deprê!” Quem nunca na vida disse essa frase a alguém ou para si mesmo? Às vezes estamos de mal com o mundo, normalmente por motivos bem claros, como quando a gente briga com a mão, a melhor amiga ou o namorado. Quando comecei a escrever esse texto, estava me sentindo assim. Escrevi um e-mail para uma amiga dizendo que estava deprê e há dias só ouvia músicas melancólicas. Mas eu sei bem o que me deixou assim. Contudo, nem todo mundo age da mesma forma. Continue lendo e veja se você se encaixa em uma das descrições a seguir.
Situação 1: É uma manhã de sábado. Passam das dez horas e a última coisa que você quer é abrir os olhos. Sair da cama significa voltar a fazer parte do mundo real e essa é a última coisa que você deseja naquele instante. De vez em quando, uma lágrima teima em percorrer-lhe o rosto, deixando em seus lábios, além do sabor salgado, uma sensação de total fracasso. Fracasso nos estudos, na vida, em tudo. Então, para que viver? Melhor é poupar os outros da forçosa convivência com você e continuar na cama, no escuro, como um animalzinho que se oculta nas sombras até que o perigo passe.
Situação 2: Você se levanta pela manhã e não fala com ninguém. Toma café de má vontade, termina de se prepara e segue para o colégio. No ônibus, por muito pouco não tentou espancar o cobrador do ônibus que não tinha troco. Ao chegar à escola, implica com todos os alunos menores que correm e esbarram com você. Quando sua melhor amiga chega para desejar-lhe bom dia, a única coisa que você diz é “como você tem coragem de sair de casa com uma espinha desse tamanho na cara? Não era melhor estar no dermatologista?” Não são nem oito da manhã e você já fez sua primeira vítima chorar.
Encaixou-se em uma das situações? Então tenha cuidado, pois você pode, sim, estar com depressão.
Longe de ser “frescura” de adolescente, a depressão é uma doença séria que vem crescendo muito entre os jovens da atualidade, que estão sempre repletos de atividades a cumprir, para as quais o tempo é sempre insuficiente. Diferentemente da TPM – que só ocorre com as meninas –, a depressão atinge os jovens não uma vez por mês, mas torna-se uma constante, acompanhando o jovem dia a dia e tornando-se ainda mais grave com o passar do tempo.
Maaaaaaaaanhêêêê! Fiquei mocinha!
A adolescência é o primeiro passo para a vida adulta. É nessa fase que as responsabilidades começam a surgir com mais clareza, no entanto, o jovem ainda mostra sinais de imaturidade para determinadas ações. É uma fase de descobertas, em que se busca uma definição de um “ser eu mesmo”. Além disso, as mudanças no corpo são as mais perceptíveis. As garotas menstruam e vêem que o corpo ganha certas curvas sinuosas que não estavam ali dias antes. O corpo dos garotos também passa por mudanças, como o surgimento dos primeiros pêlos no rosto e em outras partes, digamos, “mais ocultas” do corpo. Algumas dessas modificações ocorrem muito rapidamente e em conjunto, de maneira que a menina que há algumas horas estava brincando feliz com suas bonecas agora precisa a aprender como colocar o absorvente na calcinha para que não ocorram “acidentes”. Esse choque, muitas vezes, deixam a jovem desorientada e leva a certos questionamentos sobre sua posição na sociedade. “Não sou mais criança pra brincar de boneca, mas também não sou adulta para tomar todas as decisões. O que eu sou?” Tais questionamentos, somados às pressões vindas de todos os lados, podem causar certos picos de humor. Aquela menina que estava, há pouco, sorridente, mostra-se sensível ao primeiro sinal de desagrado. Tal sensibilidade pode mostrar-se de diversas formas, sendo as mais comuns a solidão e a agressividade.
Não incomode (senão eu mordo)!
Querer estar só nos momentos de reflexão sobre seu mundo é algo muito normal para os jovens, por isso, há a necessidade de que ele tenha seu espaço, onde possa analisar seus questionamentos. Tenha cuidado se seu apetite sofrer certas alterações, como deixar de comer aquela sua sobremesa favorita, por exemplo. Perder o gosto pelas coisas que lhe dão prazer e permanecer muito tempo só já é um motivo para começar a se preocupar. Nesses momentos, procurar alguém para conversar, uma amiga, se não quiser tratar diretamente com seus pais, pode ser uma boa pedida para que você não caia em armadilhas.
É comum que aqueles que têm os primeiros sintomas de depressão procurem meios de se proteger disso, seguindo um caminho que leva ao álcool ou às drogas. Some a isso certo grau de irritabilidade e, como resultado, temos um jovem com graves problemas psicológicos. Outro sintomas que devem ser observados são a dificuldade para manter a atenção em algo, a queda de rendimento escolar, distúrbios menstrual e gastrintestinal. Esses são sinais leves do quadro depressivo, mas, quando o jovem não recebe os cuidados adequados, esse quadro pode se agravar a ponto de o adolescente adquirir certas tendências suicidas.
Voltando ao mundo real
Tratar a depressão nem sempre é fácil, especialmente quando não se tem certeza de que é ela a causadora de todos aqueles sentimentos ruins que tomam conta da gente. O primeiro passo é se abrir com algum adulto. Pode parecer idiotice, especialmente porque um dos sintomas é a dificuldade para se abrir com outras pessoas. Mas se você acredita que tem esses sintomas, deve falar com alguém e procurar um médico. O tratamento é feito com psicólogos e a presença do responsável é imprescindível. Seus pais não precisam ouvir tudo, mas devem estar lá para receber orientações sobre como ajudá-lo a superar esse problema.
Não existe uma fórmula mágica para fugir dos problemas da adolescência e escapar da depressão. No entanto, algumas regrinhas básicas podem fazer com que a gente se sinta bem melhor nos momentos em que aquela tristeza tenta tomar conta:
1. Compartilhe seus problemas: ninguém nasceu para ser sozinho e não é justo compartilhar com suas amigas apenas as coisas boas, como o dia em que você finalmente ficou com aquele gatinho tão cobiçado. Fale com elas sobre seus problemas. Poderá se surpreender ao descobrir que não é a única a passar por eles.
2. Faça um diário: parece coisa de criança, mas para muitos, escrever realmente ajuda a aliviar as tensões causadas pela pressão dessa fase. Escreva como se sente, o que causou seu estado emocional, brigue, xingue, ou qualquer outra coisa. Ao final, provavelmente estará mais tranqüila e poderá analisar o problema com mais racionalidade.
3. Saia de casa: isolar-se do mundo não resolverá seus problemas. Saia de casa, visite seus amigos, vá ao shopping, tome um bom sorvete de chocolate ou aquele sanduíche que tanto adora. Mas atenção: jamais use a comida como válvula de escape, ou você poderá ter outros problemas, tão graves como a depressão.
Uma das principais formas de vencer a depressão é ser compreendido. Para isso, precisamos de alguém a nosso lado, então, que tal procurar ajuda já? Lembre-se de que nunca é tarde para conversar com alguém. Bem, quanto a minha depressão... hum... creio que não é bem depressão. É mais um desejo incontrolável de viver a vida intensamente, mas os padrões culturais que me rodeiam ainda são fortes. Não entendeu? Tudo bem, porque isso é outra história.
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Sirlene Farias
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Idéia Fixa
Ao dar início a este texto, eu tinha uma idéia fixa. Acho que todo mundo já teve uma dessas. Creio que esta é uma daquelas coisas que surgem na mente das pessoas com o intuito de perturbá-las e até mesmo destruí-las quando não são resolvidas da maneira correta. Não é isso o que eu quero, quero mesmo é escrever e descrever minha idéia fixa. De repente me peguei pensando de onde eu tinha tirado a idéia de que estava com uma idéia fixa. Sabia que já havia lido algo sobre isso e a última coisa que realmente desejava era plagiar alguém. Daí, fui à Internet e digitei o termo no Google. Encontrei o que buscava: um capítulo de um de meus livros preferidos, Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Tudo bem, eu gosto muito da obra, mas literatura nunca foi meu forte... Li o capítulo e sim, me dei conta de que realmente estava com uma idéia fixa e esta exigia uma solução.
Conheço alguém que conhece uma pessoa que é parente de uma moça que se envolveu com um rapaz. Ok, isso é meio louco, mas eu precisava de uma cobaia para meu experimento (momento Dexter, bem saudosista). Acredita-se que o rapaz seja um cara maravilhoso: inteligente, perspicaz, objetivo, com um excelente gosto musical... tudo perfeito. A moça não tem muito atrativos (cuidado com os comentários), mas é uma pessoa legal, objetiva, apesar de muitas vezes deixar que as oportunidades escapem por entre seus dedos. Ele é tudo o que ela quer ser. Ele, de certa maneira, precisa dela. A vida parece que colocou um no caminho do outro: ela foi parar, assim, do nada, ao lado dele. Os dois são comprometidos, mas não um com o outro. Isso é um grande problema.
Após toda essa embromação, entremos, pois, na idéia fixa (Machado que me desculpe, mas vou usurpar-lhe o termo, creio que não ele não voltará para puxar meu pé). É possível amar duas pessoas ao mesmo tempo? Há um tempinho, conversei com uma amiga que teve o mesmo problema e se decepcionou. Ela disse que é possível amar duas pessoas ao mesmo tempo. Eu me pergunto como isso pode ser possível... é estranho, mas cheguei à conclusão de que isso pode acontecer, especialmente quando as pessoas são vulneráveis e, talvez, carentes de algo que lhes seja importante. Mas, sabendo como sou, creio que serei, mais adiante, extremamente contraditória, então, se pensou em desistir de ler isso, pode parar agora.
Resolveu continuar? Então, não reclame depois...
Pensemos, primeiramente, nos laços que nos unem as pessoas: amigos, parentes, ídolos (sim, ídolos! Mas só pra quem tem um) e todas as pessoas que de alguma forma, tornaria nossa vida sem sentido se jamais tivesse passado por ela. Temos brigas familiares, algumas mais graves que outras, mas dificilmente alguém deseja o afastamento ou a morte de um irmão, de um pai ou uma mãe com quem por vezes se tem desentendimentos. Falar dos amigos, então... estes são os irmãos que escolhemos, aquelas pessoas que estão conosco sempre que o mundo ameaça desabar sobre nossas cabeças, que aparecem sempre que nosso coração (ou a vodca) ludibria nossa mente e tenta nos levar a fazer coisas que não faríamos em momentos de lucidez. Muitas pessoas ainda têm ídolos, aquelas pessoas a quem se admira, quem gostaríamos de ser afinal, este ídolo pode ser uma pessoa conhecida ou um anônimo, mas todos têm um, especialmente aqueles que querem apenas ser a si mesmos. Estes são casos de amor, maneiras diferentes de amar. São mais simplesmente descritíveis do que a forma que será abordada a seguir, embora ambas tenham complexidades semelhantes.
O casal descrito anteriormente não se encaixa na descrição apresentada por um motivo simples: o relacionamento existente entre os dois não é fraternal, desperta desejos e sensações que não se sente por um irmão ou um amigo. Contudo, a garota alimenta o mesmo tipo de sentimento pelo namorado e pelo rapaz com quem está começando a sair. Será que alimenta mesmo? Volta-se, portanto, à idéia fixa: é possível amar duas pessoas ao mesmo tempo? Agora eu digo que não e por um motivo simples: por mais feliz que esteja com um ou outro, sempre ficará a dúvida sobre o futuro. Apesar da contemporaneidade tentar provar que monogamia é cultural, a maior parte das pessoas todavia busca alguém único com quem dividir a vida. A probabilidade de sentir atração – não apenas física – por alguém é sempre algo inerente ao ser humano, entretanto, amar, aquele amor arrebatador que faz a cabeça virar 360º e deixa você vivo para analisar o resultado, só se ama a uma pessoa. A dúvida leva a um questionamento: será que o que sentimos é realmente amor?
Sei que tudo parece meio confuso, mas isso me leva, mais uma vez, ao título do blog: analisar a nós mesmos para sabermos o que realmente buscamos na vida. Eu, atualmente, quero apenas aprender a viver, pois acho que não há nada mais difícil que isso. Bem, como essa questão ainda não se consolidou como uma idéia fixa, acredito que seja um tema para uma outra reflexão... Contudo, eu me pergunto: Cris, where are you? (Scooby-Doo moment... Yes, I love cartoons!)
:: Postado por
Sirlene Farias
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Cinderela, eu????
A maioria das garotas tem um conturbado início de adolescência. Em meio às diversas brigas em que se envolvem, as mais dolorosas são sempre aquelas que tem com a mãe e com o espelho. Gatas borralheiras por natureza, estão sempre à espera de que seu príncipe encantado finalmente chegue e a tire da monotonia em que está inserida. Mas será que este príncipe realmente existe? Estive conversando com uma amiga minha de 16 anos, a Raphaela, uma das minhas grandes companheiras de fim de semana, e percebi que, por mais que queiramos, a sensação de que o mundo sempre reserva mais parece nunca diminuir, ou seja, as expectativas passam a ser aquilo que buscamos, não mais as realizações. Foi pensando nisso que resolvi escrever este texto. Tá, é sobre mim também e certamente sobre a Cris... Ok, todas temos, tivemos ou teremos um pouco dessa síndrome, mas é importante saber até onde ela é saudável.
Você acorda atrasada pela manhã. Em vez de um bom-dia, o que ouve são os gritos de sua mãe, falando, como sempre, de sua irresponsabilidade quando o assunto é escola. Forçada a despertar – porque acordar e despertar estão longe de ser sinônimos –, você corre para o banheiro para um "rápido" banho e se aprontar para a escola. Ao pentear os cabelos (que teimam em ter vida própria) diante do espelho, depara-se não com uma, mas com várias espinhas sobre sua pele que, até ontem, era lisinha como a pele de um bebê. Para completar, olheiras arroxeadas, que, possivelmente, indicam que você andou chorando novamente escondida embaixo dos lençóis. Mais uma decepção amorosa. A sensação de fracasso perdura e não é nada amenizada quando você chega à escola e dá de cara com aquelas garotas que, aparentemente, nasceram e vão morrer perfeitas. Na escola, porque é lá que as decepções normalmente acontecem, você acaba tendo de conviver com ele. Aquele garoto de sorriso lindo, eu faz suas pernas tremerem somente com um olhar, o qual só vai em sua direção quando você está atrapalhando o caminho. Meses se passaram e você não foi notada e, apesar de tudo isso, você continua sem olhar para os lados, imaginando que pessoa maravilhosa ele é e que você é a pessoa ideal para estar ao lado dele. O que fazer a partir de então?
Não tenho o intuito de dar uma receita infalível sobre como atrair a atenção do rapaz mais lindo da escola para você, já que eu, particularmente, jamais consegui tal proeza. Também não vou dizer um modo de você se tornar irresistível da noite para o dia, pois, se eu soubessem já teria me casado com o Thiago Lacerda ou qualquer outro bonitão. O que pretendo é tentar discutir o Complexo de Cinderela, que cresce com muitas garotas e que pode, sim, acabar em algo mais sério, como a depressão.
Eu, a Cinderela do século 21
Cinderela foi uma garota que perdeu a mãe muito cedo. Seu pai, tempos depois, acabou se casando com uma outra mulher ambiciosa que, com suas filhas igualmente interesseiras, foram viver na casa em que Cinderela já vivia com o pai. Este não era muito presente, deixando livre o caminho para que essa madrasta maltratasse sua enteada. Um dia, todas recebem um convite para um baile, ao qual a pobre Cinderela é proibida de ir. Triste e sozinha, a menina chora, mas logo é acolhida por sua fada madrinha, que a prepara para o baile. Lá, ela conhece seu príncipe encantado e os dois se apaixonam imediatamente. Ao soar meia-noite, ela foge para que o encanto não se quebrasse e esquece seu sapatinho, que é encontrado pelo príncipe. Este decreta que se casará com a garota cujo pé couber no sapato. Cinderela consegue prová-lo, casa-se com o príncipe e os dois vivem "felizes para sempre."
É claro que todas já ouvimos essa história antes e todas já sonhamos com o nosso "feliz para sempre". Podemos, então, nos fazer algumas perguntas: existem muitas Cinderelas no mundo, mas existe um príncipe encantado para cada uma delas? Quem são esses príncipes encantados que procuramos? Por que os procuramos com tanta vivacidade? E o meu "feliz para sempre", vai ser para sempre mesmo?
Se algum dia em sua vida você já se fez uma dessas perguntas, fique aliviada. Você é uma pessoa completamente normal. Se achou um absurdo questionar a existência de um par perfeito, comece a se preocupar. Você provavelmente está com o complexo de Cinderela.
Trata-se de um complexo em que a garota busca o homem perfeito, que se encaixe em todos os seus pré-requisitos e que não possua nenhum defeito. É a busca incessante por alguém que complete sua lista de expectativas, sem nenhuma exceção, culminando, por fim, numa pessoa sozinha, que não consegue relacionar-se com ninguém pelo simples fato de idealizar exageradamente um namorado perfeito. E, pior, não consegue imaginar sua vida sem ele.
É difícil acreditar que em plena atualidade haja garotas que todavia acreditem que não existe vida sem um garoto perfeito ao lado para paparicá-la e, acreditem, sustentá-la. Depois de tanta luta pela independência feminina, algumas mulheres ainda acham que o homem é quem deve sustentá-las. Calma aí! Não acha que isso está indo longe demais não?
Eu por mim mesma
Um primeiro passo a ser dado para dar início ao fim desse complexo é olhar-se no espelho ficar, no mínimo, satisfeita. Tudo bem que não somos perfeitas e ninguém pode ter o sorriso da Kate Hudson somado aos lábios da Angelina Jolie e às pernas da Penélope Cruz. Além disso, não temos o dinheiro delas... Se não gosta do cabelo escorrido e sem vida, mude a cor, por exemplo. Acha que está acima do peso, procure um médico para dar início a uma dieta adequada, vá para a academia, enfim. O estereótipo tem solução, e algumas são bem simples.
O passo seguinte é cuidar da mente. Devemos, de cara, acostumarmo-nos à idéia de que nenhuma pessoa é perfeita, portanto, é dar adeus à listinha de pré-requisitos a serem preenchidos. Conseguiu fazer isso? Excelente, é um dos passos mais importantes e mais difíceis. Entender as diferenças das pessoas começa aceitando nossas próprias características, como as manias, por exemplo. Outro ponto importante é olhar para os lados. Não precisa girar a cabeça em 360 graus (literalmente porque é impossível fazê-lo sem quebrar o pescoço, figurativamente porque você acabará no mesmo lugar e não é esse o intuito...). As pessoas legais estão mais perto do que imaginamos e, deixando de idealizar, poderemos chegar à conclusão de que aquele príncipe tão admirado não passa de um garoto metido, chato e arrogante... nem sempre a conclusão é essa, mas ela acontece constantemente. Ao fim de tudo, você notará que o mundo real é bem mais interessante que o mundo dos contos de fada e que é essa complexidade do ser humano que deixa o mundo tão divertido.
Agora, algumas garotas, as mais Cinderelas, devem estar se perguntando "e o meu feliz para sempre?". Responder é simples, Vinícius de Moraes já havia respondido, ainda que cada um tenha sua leitura "Que não seja imortal, posto que é chama / mas que seja infinito enquanto dure". Curta com intensidade os bons momentos de sua vida e seja feliz!
:: Postado por
Sirlene Farias
às
20h03
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Explicando o título e outras coisinhas
Eu tenho certeza de que alguém, algum dia, vai perguntar por que escolhi este título para o blog. Pareceria óbvio à primeira vista, já que ele estaria, possivelmente, referindo-se a mim. Àqueles que chegaram a essa brilhante conclusão eu digo: parabéns, vocês estão certos, mas, apesar disso, estão errados. Contraditória? Talvez... Vejamos como começar.
Na verdade, a idéia de criar o blog não foi minha, mas da minha amiga Cristine Delphino (que em breve, espero, irá colaborar comigo por aqui). Mas a idéia original da minha amiga era um blog para falar mal dos homens. Tudo bem, ela estava meio decepcionada com a vida e confesso que também eu não estava lá muito feliz com a minha, no entanto, para que um lugar para falar mal de homens, se eu sei que posso ir além? Posso ajudar para que eu mesma, minhas amigas (e amigos, não excluo vocês, rapazes), a própria Cristine e qualquer outra pessoa que por acaso chegue aqui a refletir sobre sua vida, tanto pessoal como afetiva. Depois veio a questão do público-alvo. Pensei por um tempo e cheguei à conclusão de que meu público principal seria os jovens, especialmente adolescentes (eita fase de transição), lembrando que, atualmente, temos adolescentes completando 30 aninhos – meu irmão que o diga. Resumindo: a idéia é que todos, juntos, façamos uma auto-análise. O que somos, quem somos, onde queremos chegar, por que traçamos certos objetivos, por que nossas escolhas determinam quem realmente somos e por aí vai.
Enfim, explicações dadas, espero mesmo que este não se torne um local apenas para falar mal dos garotos. Podemos fazer isso sim, afinal, eles muitas vezes merecem, mas o intuito é ir além, trazer problemas à tona, discuti-los e encontrar a melhor maneira de solucioná-los. Sejam todos bem-vindos e voltem quando desejarem.
Vale, aqui, um adendo: os poucos que entraram neste blog devem estar se questionano sobre a mudança de endereço, pois eu explico: a minha amiga Cristine Delphino passará, sim, a colaborar aqui. Para isso, precisava de um blog em que pudesse convidar alguém e acho que o outro não tinha essa opção (ou eu sou muito lesada, o que é provável, e não a encontrei), então, o jeito foi mudar pra cá. Sobre o layout, bem... não tem nada de romantismo nele... quem conhece Love Hina sabe que o mocinho levou um belo sopapo minutos depois... Ah, mantenho os créditos porque não fui eu quem fez, mas fiquem sabendo que a tendência é que esse layout não dure mais que uma semana... fazer o quê, somos geminianas, temos várias faces e variação de humor. Xiiiiiiiii, acho que adiantei muita coisa....
:: Postado por
Sirlene Farias
às
19h55
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| BRASIL , Sudeste , Mulher , de 20 a 25 anos , Portuguese , Livros , Informática e Internet , Acho que quase tudo vale pra Cris |
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